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Veja ranking de setores mais afetados pela pandemia, segundo governo

  • 16/09/2020



    Veja ranking de setores mais afetados pela pandemia, segundo governo

     

    Foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (15), a lista dos setores da economia mais impactados pela pandemia de coronavírus.

    Segundo levantamento do Ministério da Economia, as atividades artísticas e de transporte aéreo lideram o ranking de atividades mais prejudicadas, seguidas por transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros. Na sequência, aparecem os serviços de alojamento e de alimentação.

    Segundo a portaria, a lista "é destinada a orientar as agências financeiras oficiais de fomento, inclusive setoriais e regionais, acerca dos setores mais impactados pela crise ocasionada pelo Covid-19".

    "A lista foi elaborada com base na variação do faturamento do setor, segundo dados da Receita Federal. Também foi considerada a relevância do setor na economia, tanto por valor agregado (VA), quanto por pessoal ocupado (PO). Além da margem de cada setor, de acordo com as Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), buscou-se inserir as informações de maneira a levar em conta as particularidades de cada atividade econômica", informou, em nota, o ministério.

    Crédito

    Segundo o governo, a lista visa auxiliar as agências no atendimento ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito na modalidade de garantia (Peac-FGI), por meio da disponibilização de garantias via Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

    O programa criou um programa de crédito com linhas para microempreendedores individuais (MEIs), micro, pequenas e médias empresas.

    Confira o ranking das 34 atividades mais afetadas:

    1. 1 - atividades artísticas, criativas e de espetáculos
    2. 2 - transporte aéreo
    3. 3 - transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros
    4. 4 - transporte interestadual e intermunicipal de passageiros
    5. 5 - transporte público urbano
    6. 6 - serviços de alojamento
    7. 7 - serviços de alimentação
    8. 8 - fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias
    9. 9 - fabricação de calçados e de artefatos de couro
    10. 10 - comércio de veículos, peças e motocicletas
    11. 11 - tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados
    12. 12 - edição e edição integrada à impressão
    13. 13 - combustíveis e lubrificantes
    14. 14 - fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores
    15. 15 - extração de petróleo e gás, inclusive as atividades de apoio
    16. 16 - confecção de artefatos do vestuário e acessórios
    17. 17 - comércio de artigos usados
    18. 18 - energia elétrica, gás natural e outras utilidades
    19. 19 - fabricação de produtos têxteis
    20. 20 - educação privada
    21. 21 - organizações associativas e outros serviços pessoais
    22. 22 - fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis
    23. 23 - impressão e reprodução de gravações
    24. 24 - telecomunicações
    25. 25 - aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos de propriedade intelectual
    26. 26 - metalurgia
    27. 27 - transporte de cargas (exceto ferrovias)
    28. 28 - fabricação de produtos de borracha e de material plástico
    29. 29 - fabricação de máquinas e equipamentos, instalações e manutenções
    30. 30 - atividades de televisão, rádio, cinema e gravação/edição de som e imagem
    31. 31 - saúde privada
    32. 32 - fabricação de celulose, papel e produtos de papel
    33. 33 - fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas
    34. 34 - comércio de outros produtos em lojas especializadas

    Os dados do IBGE mostram que a atividades mais prejudicadas foram as direcionadas às famílias e que demandam maior mobilidade e contato físico, como as relacionadas a serviços, lazer, eventos e turismo, cuja demanda continua sendo afetada por restrições sanitárias ou medo de contaminação.

     

    Fonte: G1


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